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25/01/2019 - Noticias
Mudanças na Terra: frequência do campo eletromagnético do planeta está aumentando rapidamente
por juliana Miranda / Adaptação de PY4SM - Marcus

 

 

 

 


Desde 2014 até hoje as ondas eletromagnéticas da terra aumentaram o ciclo dramaticamente. Vários estudos indicam que isso afeta os ritmos de ondas em nossos cérebros e portanto nossa psique e fisiologia. O que a maioria não sabe é que parece haver uma espécie de mutação em nosso DNA...

A RESSONÂNCIA DE SCHUMANN DISPAROU NOS ÚLTIMOS DOIS MESES, E OS ESTUDIOSOS PARECEM NÃO PODER ENCONTRAR UMA RAZÃO SÓLIDA DO MOTIVO DESSE FATO ESTAR ACONTECENDO. É A MUDANÇA PARA A NOVA TERRA, ACONTECENDO MAIS RÁPIDO DO QUE O PREVISTO ?



Há tanta coisa acontecendo neste século, e as pessoas em todo o mundo estão começando a sentir essas mudanças. Uma grande transição está ocorrendo, e envolve não só nós, seres humanos, mas todo o nosso planeta que é o nosso lar.

A própria Terra tem um batimento cardíaco. Ele é chamado de "Ressonância Schumann" e isso tem envolvido todos os seres vivos numa freqüência natural e constante, pulsando exatamente 7.83 Hz por milhares de anos.

Para os antigos Sábios da Índia esse número tinha um significado especial, pois se identificava com a freqüência de OM - o som sagrado e cósmico na religião hindu. Como você está prestes a ver, ele agora tem um significado especial para todos aqueles que estão se conscientizando desse grande processo de mudança.

Para o mundo ocidental, a ressonância de Schumann representa a freqüência do campo eletromagnético da Terra. Ele vem vibrando na frequência de 7,83 Hz desde que tinha sido previsto em 1952, com muito poucas variações. Tudo mudou em junho de 2014, quando o Observatório Russo do Sistema Espacial (Russian Space Observatory System) exibiu um aumento repentino da atividade, com um aumento de pico para 8,5 Hz, e até mesmo atingindo 16,5 Hz em alguns outros dias.

Os pesquisadores ficaram confusos com essa anormalidade que nunca antes havia sido registrada e não sabiam como interpretá-la. Acumulando questionamentos sobre essa perplexidade, outros picos incomuns foram recentemente detectados, que surpreendentemente aumentaram para mais de 30 Hz, muito acima do marco estabelecido em 2014. Então, o que fazer com este salto considerável nas ressonâncias de Schumann?


Os picos foram além no mês de abril de 2017 - ( o normal são apenas as ondas verdes e azuis, as brancas são
a Ressonância Schumann)



O que os pesquisadores podem concordar mutuamente é que essas mudanças claramente significam uma mudança de algum tipo. Acredita-se agora que os seres humanos, que têm permanecido em um estado latente por milhares de anos, agora estão despertando para uma realidade maior onde os pensamentos se materializarão mais rapidamente.

A ressonância de Schumann e a mudança que vem ocorrendo nos últimos anos está entre a melhor prova que temos desta mudança. Há muito tempo se suspeita que os seres humanos quando agindo em um nível de "consciência coletiva " podem afetar a estrutura do campo magnético e criar distúrbios nele, tal qual foram os picos recentemente detectados. Isso geralmente é amplificado durante momentos de alta ansiedade, paixão ou tensão.

Esta especulação é baseada no fato de que a freqüência de Schumann está "em sintonia" com os estados de cérebro humano Alfa e Theta. Essas ressonâncias crescentes correspondem naturalmente à atividade das ondas cerebrais humanas, significando que, se a Mãe Terra está ajustando sua freqüência de vibração, podemos estar fazendo isso também devido à nossa ligação com a Terra.

Outra coisa para se ter em mente é a aceleração do tempo que tem sido sentida por um número crescente de pessoas ultimamente. Uma vez que o planeta está pulsando em um ritmo mais rápido, também pode significar que isso tem repercussões sobre o tempo em si, acelerando-o. Então, por que nos sentimos como se o tempo passasse mais rápido do que o normal?

A razão está aparentemente ligada à aceleração da ressonância Schumann que está nos fazendo perceber um período de 24 horas como se fosse 16 horas. Sabemos que a " batida do coração da Terra " está acelerando, e depois de milhares de anos com uma noção rígida de tempo, onde um dia inteiro era de 24 horas, a acelerada taxa de batimento da Terra está nos fazendo perceber apenas dois terços dessa quantidade, devido ao nosso próprio ajuste inconsciente para esta nova forma de freqüência.


A noção do tempo não é a única coisa que está acelerando. Agora temos acesso livre à informação, um dos nossos acessos mais importantes, e há um grande aumento na conscientização mundial por causa disso. Os seres humanos estão se tornando espiritualmente e mentalmente conscientes mais do que nunca, e alcançar esse status leva anos ou mesmo meses agora, porque a informação livre é encontrada em abundância.

Por outro lado, os pesquisadores relataram que o campo magnético da Terra, um componente inter-relacionado com a Ressonância de Schumann, foi lentamente se esgotando nos últimos 2.000 anos, e em um ritmo ainda mais acelerado ultimamente. Ninguém é capaz de fornecer uma explicação precisa para isso, mas um artigo descrevendo a sabedoria de um velho sábio da Índia alude a uma possível causa.

"... o campo magnético da Terra foi posto em prática pelos Antigos para bloquear nossas memórias primordiais de nossa verdadeira herança. Isso era para que as almas pudessem aprender com a experiência do livre-arbítrio, desimpedida pelas memórias do passado. [O sábio] afirmou que as mudanças no campo magnético estão afrouxando os blocos de memória e estamos elevando nossa consciência a uma verdade maior. O véu está se levantando. As cortinas estão se abrindo. "

Com isso em mente, talvez nós estamos realmente uma espécie com amnésia que está lentamente passando por um renascimento espiritual e cognitivo que deve nos levar a herança de nossos antepassados. É verdade que despertar para essa realidade coexistente transformaria toda a nossa cultura de cabeça para baixo, dando lugar a conceitos novos e aperfeiçoados da história e da vida em geral.

Experimentar essa mudança será realmente desafiador para a maioria de nós, mas a estrada já está sendo aberta e os benefícios que encontraremos no final desta jornada parecem ser (pelo menos em teoria) extremamente satisfatórios. Então, o melhor e elevar suas frequências para se tornar mais "em sintonia" com a Nova Terra. Melhor não perder essa chance, pois pode ser a única oportunidade de abraçar a próxima fase da evolução antes que outro ciclo na história da Terra se acabe.

A ressonância de Schumann, que mede o campo eletromagnético da Terra, disparou nos últimos dois meses, e os pesquisadores não conseguem encontrar uma razão para explicar o fato. Segundo os cientistas, o deslocamento da Terra está acontecendo mais rapidamente, e as pessoas já estão começando a sentir essa mudança.

Para os especialistas, o mundo está prestes a passar por um grande momento de transição, algo que envolverá os seres humanos e o planeta como um todo.

A "Ressonância de Schumann" tem sido uma frequência natural e constante do planeta Terra, pulsando exatamente em 7.83 Hz por milhares de anos. Para os antigos Rishis indianos, este número tinha um significado especial, pois era considerado o som sagrado e cósmico na religião hindu. 

Animação Frequência Terrestre 7.83 Hz - Ressonância de Schumann
Frequência Terrestre 7.83 Hz.
NASA/Goddard Space Flight Center | 11 de Janeiro de 2012

Para o mundo ocidental, a ressonância de Schumann representa a frequência do campo eletromagnético da Terra. Ela se encontrava em 7,83 Hz, com poucas variações, desde 1952, mas tudo mudou em junho de 2014, quando o Sistema do Observatório Espacial Russo mostrou um aumento súbito da atividade, com um alongamento variando de 8,5 Hz a 16,5 Hz.

Gráfico - Ressonância de Schumann - Agosto de 2014
Gráfico - Ressonância de Schumann - Agosto de 2014

Os pesquisadores ficaram de fato desconcertados com essa anormalidade, que nunca havia sido registrada dessa maneira. Recentemente, outros picos foram detectados, aumentando a frequência do planeta para mais de 30 Hz.

Gráfico - Ressonância de Schumann - Abril de 2017
Gráfico - Ressonância de Schumann - Abril de 2017


O que os pesquisadores concordam é que essas mudanças significam claramente que o planeta está sendo alterado de alguma maneira. Alguns estudiosos acreditam que os seres humanos, quando atuam em um nível de "consciência coletiva", podem afetar a estrutura do campo magnético.

Essa especulação baseia-se no fato de que a frequência de Schumann está "em sintonia" com os estados do cérebro humano alfa e theta. Essas ressonâncias crescentes correspondem naturalmente à atividade de ondas cerebrais humanas, o que significa que a Terra estaria ajustando sua frequência de vibração.

Essa pode ser uma explicação para a estranha sensação que temos de que o tempo está passando mais rapidamente nos dias de hoje. A razão aparentemente está ligada ao excesso de velocidade da ressonância de Schumann, que nos faz perceber um período de 24 horas como se ele tivesse aproximadamente 16 horas.

Tempo passando mais rápido

O tempo não é a nossa única noção de aceleração. Atualmente, o acesso à informação e o aumento da consciência mundial também influenciam nossa noção de tempo.

Para os mais espiritualizados, as mudanças do campo magnético estão afrouxando os blocos de memória e fazendo com que a humanidade passe a viver um período de maior consciência e visão, o que pode levar a um renascimento espiritual e cognitivo. Este pode ser o próximo estágio da evolução na história da Terra! 

OBS.: (Para nivelar o conhecimento sobre as VLF / ELF) - O espectro ELF é a mais baixa frequencia de rádio com algum uso prático, sendo incapaz de transmitir voz só carregando informação codificada em forma binária simples como código Morse no entanto, por causa de seu enorme comprimento de onda, ela consegue atravessar o solo ou a água praticamente sem sofrer interferências ou perdas no sinal. Esta característica mostrou-se uma alternativa capaz de prover comunicação com submarinos pois a água do mar atua como uma gaiola de Faraday bloqueando as ondas de rádio de frequencia mais alta. No auge da Guerra Fria tanto os Estados Unidos quanto a União Soviética financiaram pesquisas sobre e, utilizaram as ondas ELF na comunicação com submarinos que atuavam no limite do território inimigo. Uma das grandes dificuldades encontradas para gerar o sinal de rádio era o tamanho necessário das antenas qual poderia variar de algumas poucas dezenas de quilômetros até a casa de alguns milhares. Com a indústria bélica em alta e financiamento governamental foram enterrados cabos com até 45 km de extensão além da utilização da rede elétrica como enormes antenas, mas logo as limitações da tecnologia se tornaram evidentes.

As características intrínsecas da faixa de frequência das ondas ELF proveram um meio pouco eficiente e de alto custo para uma comunicação unilateral com os submersos. A necessidade de antenas quilométricas tornava impossível a transmissão de alguma resposta da tripulação dos submarinos ao centro de operações, a pequena largura de banda só permitia a transmissão de alguns poucos caracteres por minuto e o custo energético para a modulação da frequência só era justificável em tempos de guerra. Os Estados Unidos mantiveram duas estações de transmissão uma na Floresta Nacional de Chequamegon-Nicolet em Wisconsin e a Floresta Estadual do Rio Escanaba em Michigan as quais permaneceram funcionando até serem desmanteladas em setembro de 2004.

Há muito se estuda o impacto ambiental das ondas eletromagnéticas, principalmente quanto aos danos que podem causar aos seres humanos em específico. A radiação eletromagnética pode ser basicamente dividida em radiação ionizante (como radiação ultravioleta, raios X e radiação gama), comprovadamente nociva e até mesmo mortal aos seres vivos, e radiação não ionizante (luz visível abaixo do ultravioleta e ondas de rádio em geral), de potencial ofensivo limitado ou mesmo inócuas, onde se enquadra o ELF. O impacto mediato ao ecosistema está diretamente ligado aos danos causados pela a instalação de quilômetros de fios em reservas florestais, a longo prazo não há estudos que comprovem qualquer potencial ofensivo das ondas ELF[1] pois estas são análogas às ondas geradas pela rede elétrica residencial de 50 a 60 Hz presente na maior parte do mundo e também no próprio campo magnético terrestre.

 
Representação gráfica do ciclo ressonante de ELFs naturais.
 
Picos de ressonância das ELFs previstas por Winfried Otto Schumann.

Apesar do caráter tecnológico, as ondas de rádio estão presentes e são geradas por eventos naturais a todo momento. São emitidas por descargas elétricas atmosféricas (relâmpagos)[2] e ressoam entre a ionosfera e a crosta terrestre. A faixa de ressonância do espaço entre a crosta e a ionosfera é igual à da circunferência da terra o que dá um comprimento de onda de 7,8 Hz. Esta frequência (assim como os seus harmônicos 14 Hz, 20 Hz, 26 Hz, 32 Hz…) aparecem como picos numa análise do espectro ELF presente na atmosfera, esses picos são chamados de Ressonância Schumann.

Fora da terra outros corpos celestes emitem ELF. A lua de Saturno Titã é um dos casos notórios. A superfície de Titã é conhecida por ser péssima refletora de ondas ELF, no entanto são detectadas reflexões bem nítidas quais são atribuídas aos oceanos subterrâneos de amônia e água previstos em modelos teóricos daquele corpo celeste. Além da possibilidade de água e hidrocarbonetos em estado líquido estarem refletindo ELF, o fato de Titã possuir duas ionosferas proporciona duas frequências de ressonância distintas, logo abrangendo uma gama bem maior de harmônicos, no entanto, a origem das ondas ELF provenientes do satélite ainda não é compreendida.[2]

Outro corpos estelares também produzem ELFs, ondas portando uma energia 100 000 vezes maior do que a emitida no espectro visível pelo Sol são detectadas tendo como origem magnetares e pulsares como o da Nebulosa do Caranguejo que irradia ELFs desta ordem de grandeza numa frequência de 30 Hz os quais não podem ser detectados diretamente na Terra por estarem abaixo da frequência de plasma na faixa em que o meio interestelar é opaco às mesmas.[3]

Os PIGs (do inglês Pipeline Inspection Gauge, sondas para detecção e localização de avarias em dutos) têm um transmissor que trabalha na faixa ELF de 20 Hz e serve para informar a localização do dispositivo caso ele fique imobilizado em qualquer parte da tubulação.

Alguns radioamadores gravam as ELFs do campo magnético terrestre e então as reproduzem numa maior velocidade, logo numa maior frequência, tornando possível escutá-las.

 

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