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10/11/2017 - Noticias
Dois templos antigos, construídos por duas civilizações da antiguidade separadas por mais de 14 mil quilômetros
por AFP / YAHOO / Adaptação de PY4SM - Marcus

 

Similaridades impossíveis: 2 templos, 14.000 quilômetros os separando

Você já se perguntou como é possível que muitas estruturas antigas em todo o mundo sejam tão semelhantes em construção, estilo e projeto?

Centenas de pirâmides e templos ao redor do globo exibem semelhanças intrigantes com seus homólogos localizados a milhares de quilômetros de distância.

Como esse fenômeno pode ser explicado?

Seria apenas uma coincidência? Ou, como muitos outros autores sugeriram, uma conexão inconsciente que liga antigas civilizações em todo o mundo?

Um dos templos antigos, mais incríveis e semelhantes que encontramos, está localizado em Siem Reap, no noroeste do Camboja, e seu homólogo está a mais de 14 mil quilômetros de distância, na Guatemala.

Camboja.

Próximo das magníficas ruínas de Angkor Wat está um antigo templo em formato de pirâmide, conhecido como Baksei Chamkrong.

Embora seja uma estrutura construída com rochas e, portanto, não pode ser datada em carbono, os arqueólogos convencionais sugerem que o templo tenha sido construído no século X D.C.

Curiosamente, e para a surpresa de muitos, o nome Baksei Chamkrong significa ‘O pássaro que dá proteção sob suas asas’, e vem de uma antiga lenda. Nela, o rei tentou fugir de Angkor durante um cerco, e então um enorme pássaro pousou e o protegeu sob suas asas.

 

Templo do Grande Jaguar (Guatemala)

Localizadas na Bacia de Petén da Guatemala, estão as ruínas da antiga cidade maia de Tikal. Esta foi uma das mais importantes cidades antigas dos maias.

Tikal era a capital de um estado que se tornou um dos mais poderosos reinos maia da antiguidade.

Entre as estruturas há muito esquecidas em Tikal está o Templo do Grande Jaguar, que de acordo com especialistas remonta ao século VIII D.C.

Embora a pirâmide do Camboja seja menor do que a pirâmide na Guatemala, as semelhanças entre as características específicas de ambos projetos são incríveis.

Ambas as estruturas antigas têm um ângulo de inclinação invulgarmente íngreme que não vemos em muitas outras pirâmides ou templos. No entanto, e talvez mais importante, ambos possuem uma formação escalonada.

Há uma escadaria enorme indo para o meio de ambos os templos, e há uma área de cúpula localizada na parte superior. Uma vez lá, você pode ver que há uma pequena porta para o interior da pirâmide, e há outra estrutura interna que se parece a mesma.

Basicamente o que você tem aqui é uma civilização antiga no Camboja e outra na Mesoamérica. Apesar do fato de que os templos estão separados por mais de 14.000 quilômetros, eles apresentam semelhanças incríveis que ninguém foi capaz de explicar.

Há tantos paralelos entre estas duas estruturas, que chega a ser incrível.

É inacreditável que os estudiosos não reconheceram os paralelos entre estas duas estruturas até recentemente, e nem notaram que há mais estruturas em todo o mundo, que também são assustadoramente semelhantes em projeto.

Então, sabemos as semelhanças estão lá, mas como podem ser explicadas?

Seria possível que ambas as civilizações antigas estavam usando o mesmo projeto?

Mas se usaram o mesmo projeto, de onde ele veio?

Seria possível que ambos sítios, aparentemente não relacionados, separados por milhares de quilômetros compartilharam de um arquiteto em comum? Um construtor em comum? Um que, como muitos autores têm sugerido, não é da Terra, mas sim das estrelas?

O construtor – um deus das estrelas?

O folclore cambojano atribui a construção de Angkor a Preah Pisnokar, um ser considerada metade-humano, metade divino.

Preah Pisnokar era o filho da deusa da Lua e um homem mortal.

Um dia, a deusa decidiu levar Pisnokar para o céu, onde ele conheceu a grande alto deus Indra, que determinou que uma educação especial deveria ser dada ao jovem.

Uma vez no céu,  foi dado a Pisnokar o conhecimento sobre matemática, engenharia, arquitetura e várias outras disciplinas científicas.

Se dermos uma olhada na teoria dos astronautas da antiguidade, vemos que há paralelos interessantes entre a civilizações maia e cambojana e suas histórias.

Se dermos uma olhada nos manuscritos maias, o deus Kukulkan é responsável pela arquitetura e projeto de suas pirâmides e templos.

Ele também foi o Deus que deu conhecimento sobre matemática, engenharia e outras disciplinas científicas diferentes à humanidade, basicamente as instruções idênticas atribuídos a Pisnokar.

Foi dito que Kukulkan desceu de uma estrela.

Na mitologia maia, Kukulkan é retratado como uma serpente emplumada, mas ele também era visto como um grande ser que usava um capacete; mas não apenas qualquer capacete, um com raios sobre ele, e ele foi retratado sentado em uma ‘nave’ em formato de ovo, meio aberta.

Segundo a mitologia da América Central, ele era um professor; ele era o ‘portador do conhecimento.’

Em outras palavras, de acordo com a teoria dos astronautas da antiguidade, ele era um extraterrestre de carne e osso.

Mas seria possível que estes dois arquitetos do outro mundo eram de fato o mesmo ente?

E se assim for, seria possível haver mais evidências de um mesmo ‘mestre de obras’ em outras partes do planeta também?

Tudo aquilo relatado pelas civilizações da antiguidade que saia até mesmo um pouco da normalidade imposta a nós é automaticamente taxado pelos arqueólogos convencionais como lenda ou mito. Será mesmo que esses povos da antiguidade só sabiam escrever baboseiras e maluquices, ou os malucos somos nós em desconsiderarmos as informações que inúmeras civilizações ao redor do mundo deixaram para nós?

 

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